E eis que na luz da inspiração decido me expressar.
Até que a luz se apaga, e eu não consigo terminar.
terça-feira, 29 de outubro de 2013
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Banquete
Que se faça um banquete!
Que se sirva a verdade
E os conceitos de felicidade
As notas musicais
Nas harmonias celestiais
Bandeja de conhecimento
Ao ignorante sedento
Goles de poesia
Ao boêmio de sabedoria
E que desta convocação
Se experimente a satisfação
Pois todos provam da doçura do licor
Mas nem todos degustam do mesmo sabor.
Que se sirva a verdade
E os conceitos de felicidade
As notas musicais
Nas harmonias celestiais
Bandeja de conhecimento
Ao ignorante sedento
Goles de poesia
Ao boêmio de sabedoria
E que desta convocação
Se experimente a satisfação
Pois todos provam da doçura do licor
Mas nem todos degustam do mesmo sabor.
domingo, 1 de setembro de 2013
Vulnerável em mim
Estou me desintegrando em mim
Respirando meu próprio pó
E engasgando com ele.
Estou apodrecendo em mim e me reciclando.
Minha carne se decompondo nela própria e se regenerando.
Estou criando meu alimento e me alimentando
Ruminando e defecando.
Me cego, me enxergo, não me nego.
Estou dentro e fora de mim.
Sou minha destruição e me construo.
Tecendo minha teia
Me prendendo em mim
Me libertando em minha própria brecha.
Me cativo. Me sou?
Me projeto
Me planejo
Me rendo a mim.
Estou apodrecendo, estou morrendo, estou vivendo.
Respirando meu próprio pó
E engasgando com ele.
Estou apodrecendo em mim e me reciclando.
Minha carne se decompondo nela própria e se regenerando.
Estou criando meu alimento e me alimentando
Ruminando e defecando.
Me cego, me enxergo, não me nego.
Estou dentro e fora de mim.
Sou minha destruição e me construo.
Tecendo minha teia
Me prendendo em mim
Me libertando em minha própria brecha.
Me cativo. Me sou?
Me projeto
Me planejo
Me rendo a mim.
Estou apodrecendo, estou morrendo, estou vivendo.
domingo, 4 de agosto de 2013
Entorpecente
Dei um trago de amor
Oh, me viciei!
Tocar meus lábios aos seus
Tragar o amor que me passa pelos lábios
Por favor, mais um trago!
Esse é o vício que trouxe, esse é o vício que trago
Entorpeço-me desta alucinação real
E minha existência torna-se alucinada
De todas as viagens mentais, essa é minha melhor jornada
Agora uns goles de calor, é puramente amor
O mundo gira em devaneios de realidade
Mais um gole, um trago, ébrio de felicidade
Me embriaguei de amor, a ressaca foi ser amada
Só mais um trago, por ti sou viciada
Oh, me viciei!
Tocar meus lábios aos seus
Tragar o amor que me passa pelos lábios
Por favor, mais um trago!
Esse é o vício que trouxe, esse é o vício que trago
Entorpeço-me desta alucinação real
E minha existência torna-se alucinada
De todas as viagens mentais, essa é minha melhor jornada
Agora uns goles de calor, é puramente amor
O mundo gira em devaneios de realidade
Mais um gole, um trago, ébrio de felicidade
Me embriaguei de amor, a ressaca foi ser amada
Só mais um trago, por ti sou viciada
domingo, 21 de julho de 2013
O que é poesia?
Me perguntaram o que é poesia,
mas responder eu não sabia.
Pensei em amor e alegria,
mas nenhuma palavra cabia.
Viajei o universo e a filosofia,
e boa resposta não conhecia.
A eloquência e a sabedoria?
Talvez! Quem saberia?
Era a tristeza que sentia?
Talvez música, talvez melodia.
Os deuses e a mitologia?
Se alguém soubesse, me revelaria?
Mas resposta não havia,
então, escrevi minha poesia.
mas responder eu não sabia.
Pensei em amor e alegria,
mas nenhuma palavra cabia.
Viajei o universo e a filosofia,
e boa resposta não conhecia.
A eloquência e a sabedoria?
Talvez! Quem saberia?
Era a tristeza que sentia?
Talvez música, talvez melodia.
Os deuses e a mitologia?
Se alguém soubesse, me revelaria?
Mas resposta não havia,
então, escrevi minha poesia.
sábado, 30 de março de 2013
No vale das lembranças
Não é como no sopro de uma vela que logo se apaga. Ou talvez seja.
Mas basta fechar os olhos e perceber que tudo o que resta na vida são lembranças.
O primeiro acorde tocado,
do instrumento afinado,
Bem vindo ao vale encantado,
às lembranças, ao passado.
Caminhando para traz,
a diferença que se fez é a diferença que se faz.
É na falta sentida,
na palavra cedida,
o privilégio de amar.
A vida é filosofia,
onde o saber se cria,
no primeiro questionar.
Aquele conceito mudado,
que foi o primeiro nado,
de um mar a explorar.
O mar no belo dia,
ou na tarde de verão,
só revela a nostalgia escondida no coração.
Basta uma tempestade e o barco se inunda,
afogando cada acorde, e então afunda,
e a vela põe-se a apagar.
Mas basta fechar os olhos e perceber que tudo o que resta na vida são lembranças.
O primeiro acorde tocado,
do instrumento afinado,
Bem vindo ao vale encantado,
às lembranças, ao passado.
Caminhando para traz,
a diferença que se fez é a diferença que se faz.
É na falta sentida,
na palavra cedida,
o privilégio de amar.
A vida é filosofia,
onde o saber se cria,
no primeiro questionar.
Aquele conceito mudado,
que foi o primeiro nado,
de um mar a explorar.
O mar no belo dia,
ou na tarde de verão,
só revela a nostalgia escondida no coração.
Basta uma tempestade e o barco se inunda,
afogando cada acorde, e então afunda,
e a vela põe-se a apagar.
segunda-feira, 18 de março de 2013
Meu Grande Inimigo
Tenho um grande inimigo.
Conhecendo-me bem,
Se faz de amigo.
Com um falso conforto,
Oferece abrigo.
Tento me livrar,
E já não consigo,
Pois este vilão
Morrerá comigo.
Prazer,
Eu sou meu inimigo.
Conhecendo-me bem,
Se faz de amigo.
Com um falso conforto,
Oferece abrigo.
Tento me livrar,
E já não consigo,
Pois este vilão
Morrerá comigo.
Prazer,
Eu sou meu inimigo.
quinta-feira, 14 de março de 2013
O ciclo sem refúgio
Ser uma árvore.
Ver as folhas secando,
E apreciá-las como são.
E basta um forte vento,
A mudança de estação,
Os frutos alimentam,
Mas as folhas caem ao chão.
Ver as folhas secando,
E apreciá-las como são.
E basta um forte vento,
A mudança de estação,
Os frutos alimentam,
Mas as folhas caem ao chão.
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