"Eu posso ver o medo em seus olhos"
Me disse aquele debochado espelho,
Refletor de almas desesperadas, e amparador da vaidade.
Aquelas belas andorinhas voando na liberdade da imensidão celeste,
Não tiveram contato com o homem.
Ah, o homem! Destruidor de almas, e quem as repõe.
Quando não se pode mais, admirar as tão belas aves e sua diversão,
a liberdade se desespera.
E qual a causa do desespero, se não, o medo?
Pupilas se dilatam ao encontro de um monstro subjetivamente assustador.
Acreditar em forças sobrenaturais ou malígnas não mudam os fatos.
O homem que conhece o desespero teme o temer.
Torna o medo o homem mais forte?
Se assim for, mas que homem de sorte!
Mas veja só se não é um grande mal,
abusar de uma inexistente sorte,
Para se confortar nos braços de um bom acaso.
Ah, se bom acaso tivera eu!
Não estarias aqui, lendo um relato de quem tenta assassinar monstros,
Encontrando a liberdade num texto onde não precisa se esconder.
segunda-feira, 19 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Tenho minha capa vermelha.
Quando seu fantástico mundo preto se transforma em trevas,
você teme não ter um heroi.
Não me venham com lisonjas, todos tem o dom de mentir.
Me salvar de grandes borboletas negras não impedirá que as outras voem.
Descobrir que tenho um herói só me deixa mais fraca.
Se me proteje porque me ama, me proteje porque te faz bem,
e se me proteje porque te faz bem, me proteje pelo teu egoísmo.
Logo, não cabe a mim julgar, pois sou movida pelo mesmo combustível.
Mas afinal, que quero eu?
Está na hora de despertar o Kickass que aqui habita,
e protejer esse meu mundo sosinha.
Porém, eis a contradição:
Quando eu mais precisar, que venham meus herois a me salvar,
mas que me salvem de uma forma oculta.
Me salvem de um mundo que tanto me destroi, meus caros egoístas,
que com sua dose de egoísmo, salva mais um mundo.
Mas quanto egoísmo o meu!
Grata a meus super herois, mas tenho minha capa vermelha.
E com o mesmo egoísmo benéfico, tentarei salvar as pobres almas,
que assim como eu, sem assumir o 'precisar de ajuda', imploram por ela.
você teme não ter um heroi.
Não me venham com lisonjas, todos tem o dom de mentir.
Me salvar de grandes borboletas negras não impedirá que as outras voem.
Descobrir que tenho um herói só me deixa mais fraca.
Se me proteje porque me ama, me proteje porque te faz bem,
e se me proteje porque te faz bem, me proteje pelo teu egoísmo.
Logo, não cabe a mim julgar, pois sou movida pelo mesmo combustível.
Mas afinal, que quero eu?
Está na hora de despertar o Kickass que aqui habita,
e protejer esse meu mundo sosinha.
Porém, eis a contradição:
Quando eu mais precisar, que venham meus herois a me salvar,
mas que me salvem de uma forma oculta.
Me salvem de um mundo que tanto me destroi, meus caros egoístas,
que com sua dose de egoísmo, salva mais um mundo.
Mas quanto egoísmo o meu!
Grata a meus super herois, mas tenho minha capa vermelha.
E com o mesmo egoísmo benéfico, tentarei salvar as pobres almas,
que assim como eu, sem assumir o 'precisar de ajuda', imploram por ela.
terça-feira, 13 de março de 2012
Labirinto verde?
Hey nuvenzinhas, onde estão?
só vejo árvores por aqui!
Hey dia, onde estas indo?
Não é uma boa hora pra noite chegar...
Esta ficando escuro...
Hey cidade tão desprezada, onde estas?
O conforto que me ofereces foi percebido com o desespero.
Engraçado esse meu conforto, que veio do desconforto,
só por estar com os que mais amo.
Melhor ter preça, o medo está chegando!
Hey aventureiros, olharam pro céu?
Sim, as estrelas estão brilhando por nós.
De que estas rindo Dionísio?
Isso não tem graça agora!
Não seria melhor deixarmos as zombarias pro próximo encontro sem previsão?
E quanto aos cães nem ali presentes?
Estariam se afogando na maldita caixa d'água que tanto nos chateou?
Mas que coisa, sobre uma roda não consigo pedalar!
Porém, o escuro não era treva.
Os caminhos incertos levaram ao desejado rumo.
As estrelas representaram a Lua.
Uma nova história foi escrita.
E a roda girará novamente...
Quem sabe, pelos mesmos caminhos indezejavelmente desejáveis?!
só vejo árvores por aqui!
Hey dia, onde estas indo?
Não é uma boa hora pra noite chegar...
Esta ficando escuro...
Hey cidade tão desprezada, onde estas?
O conforto que me ofereces foi percebido com o desespero.
Engraçado esse meu conforto, que veio do desconforto,
só por estar com os que mais amo.
Melhor ter preça, o medo está chegando!
Hey aventureiros, olharam pro céu?
Sim, as estrelas estão brilhando por nós.
De que estas rindo Dionísio?
Isso não tem graça agora!
Não seria melhor deixarmos as zombarias pro próximo encontro sem previsão?
E quanto aos cães nem ali presentes?
Estariam se afogando na maldita caixa d'água que tanto nos chateou?
Mas que coisa, sobre uma roda não consigo pedalar!
Porém, o escuro não era treva.
Os caminhos incertos levaram ao desejado rumo.
As estrelas representaram a Lua.
Uma nova história foi escrita.
E a roda girará novamente...
Quem sabe, pelos mesmos caminhos indezejavelmente desejáveis?!
quarta-feira, 7 de março de 2012
Sobre 6 cordas...
Aderbal, meu adorável instrumento de cordas,
formamos acordes e rifes deveras agradável a nós mesmos.
Nos divertimos ao brincar de astros de rock,
e me alivias em meus momentos insanos de raiva.
Formamos uma belíssima dupla, meu caro,
e sem aos menos me ensinar, aprendo com você.
Eis aqui apenas uma amante da música,
que pouco conhecimento tem sobre tal.
Grata ao espírito das músicas,
por proporcionar ao homem tamanho prazer,
o prazer de tocar e de sentir sobre apenas 6 cordas,
todo a magia de um mundo magnífico expressa pela paixão,
o magnífico mundo da música.
Para Aderbal, minha guitarra.
segunda-feira, 5 de março de 2012
Celestíne
Eis a imensidão aparentemente inalcansável,
em que se movem todos os astros,
no qual é apenas preciso fechar os olhos,
e sentir as tão desejadas nuvens de algodão.
Eis o ilimitado céu,
no qual encontro o inexistente,
que desperta o saber de que voar não é impossível,
e alcançar as estrelas é como alcançar a Lua.
De tal imensidão,
cai a chuva que camufla minhas lágrimas,
as lágrimas do céu em sincronia com as minhas,
ambos aliviando-se.
Ao me desabitar deste mundo,
me encontrarás nas estrelas,
me encontrarás na Lua,
e minhas lágrimas, junto as tuas,
escorrerão do alívio dessa imensidão.
em que se movem todos os astros,
no qual é apenas preciso fechar os olhos,
e sentir as tão desejadas nuvens de algodão.
Eis o ilimitado céu,
no qual encontro o inexistente,
que desperta o saber de que voar não é impossível,
e alcançar as estrelas é como alcançar a Lua.
De tal imensidão,
cai a chuva que camufla minhas lágrimas,
as lágrimas do céu em sincronia com as minhas,
ambos aliviando-se.
Ao me desabitar deste mundo,
me encontrarás nas estrelas,
me encontrarás na Lua,
e minhas lágrimas, junto as tuas,
escorrerão do alívio dessa imensidão.
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