Tão cheio de vida
Deu vida à morte
...
terça-feira, 23 de agosto de 2016
sábado, 2 de janeiro de 2016
O ralo
Foi-se embora como a água que escorre pelos vãos dos dedos
e cai no ralo
Por ser estrela, não há astro algum que te represente nos céus
Apagou-se.
De seu epitáfio a saudade se esvaiu.
Até mesmo o eterno, com sua força infinita, foi vencido com brutalidade.
Não há uma única gota que se reverta em lágrima por ti
Há apenas o ralo
e é lá mesmo que a fagulha de sua existência resiste
O único lugar onde os mortos ainda vivem
O santuário que nenhum toque perfura...
Aqui mesmo,
No ralo de minhas lembranças.
e cai no ralo
Por ser estrela, não há astro algum que te represente nos céus
Apagou-se.
De seu epitáfio a saudade se esvaiu.
Até mesmo o eterno, com sua força infinita, foi vencido com brutalidade.
Não há uma única gota que se reverta em lágrima por ti
Há apenas o ralo
e é lá mesmo que a fagulha de sua existência resiste
O único lugar onde os mortos ainda vivem
O santuário que nenhum toque perfura...
Aqui mesmo,
No ralo de minhas lembranças.
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